terça-feira, 30 de setembro de 2025

Eu quero, atraio e consigo o que me faz bem!

Visão de mim até o fim de 2025:

Minha escola voltou a fazer 10k pela ideia de fazer turmas em parceria com a Adr.. e outros influencers, como Ar... Temos um público muito legal e diverso, nossas discussões são ricas, sobre temas sociais, pessoais... os alunos estão aprendendo muito inglês, francês, espanhol e português. 

Tudo isso está me dando uma riqueza imensa de ideias de conteúdos para as redes sociais, especialmente o TikTok, o que atrai muitos alunos novos. 

Encontrei na ideia das turmas e discussões uma forma de oferecer aulas a um preço acessível e melhorar o lucro por hora-aula. Estamos oferecendo o que IA nenhuma oferrece: acolhimento, aprendizado espontâneo.

Estar com 6kg a menos (84kg) me deixa mais disposta e empolgada para continuar cuidando da minha saúde. Também me sinto mais bonita. 

Finalmente me decidi sobre o D... estamos juntos e felizes. 

Estou planejando uma viagem pra praia com meus pais, já que não conseguimos fazer a última. Estamos empolgados.

Tirei minha carteira de motorista, e estou orgulhosa. Poso alugar um carro pra viajar em algum momento.

Fui às aulas de Muay Thai e gostei muito. Continuo indo. Sinto-me mais forte, segura e capaz de me defender. 

Ainda estou me alimentando bem, com pratos coloridos, e amo tirar fotos deles. Nem sempre posto, mas fico muito orgulhosa de ter encontrado uma forma sustentável de me alimentar bem, me sentir saciada e manter um peso saudável e um corpo que acho bonito. Meu cabelo e pele também estão lindos de novo, pois finalmente me livrei da feiura e dor da chikungunya. 

Estou meditando 3x por semana desde o início de outubro, e tem sido maravilhoso. Sinto-me mais conectada a mim mesma, tenho aceitado melhor a realidade, e estou mais forte, meno abalável. 

Estruturas estabelecidas em 1 ano (2026):

Voltei a fazer 10k por mês, só eu mesma, e estou satisfeita e cheia de ideias para continuar crescendo financeiramente. 
Tendo também emagrecido 10kg, me sinto mais bonita e saudável, avaliando se preciso emagrecer mais. 
As ideias de turmas diversas estão rendendo ainda, e estamos cheias de parcerias ótimas, alunos interessados e que amam tanto a escola, que nos recomendam para todos.
Estou lançando o livro de contos de Orixás para jovens leitores, e estou muito feliz. O João Lucas fez umas ilustrações lindas, e o livro ficou uma coisa preciosa de tão bonita e interessante. 

Iniciei o desenvolvimento mediúnico.

Estou com meu corpo ativo, fazendo trilhas e sendo feliz. Tirei carteira de motorista e limpei meu nome. Agora posso pensar em adquirir uma casa, um carro e ter mais estabilidade e conforto.

Estilo de Vida em 5 anos (2030)

Viajo muito para locais de natureza, tenho feito trilhas bonitas demais! Estou prestes a ir para a Tailândia, Vietnan e China conhecer esses países lindos.

Já conheci o norte do Brasil e vários estados do nordeste, além de países da América do Sul, como Uruguai, Colômbia, Peru e Chile. 

Agora que estou estável no trabalho e estabelecida como escritora, estou pensando também em ter filhos.

Sonhos sem prazo:

Vivo numa casa linda e aconchegante na natureza, cheia da muitas plantas.
Sou conhecida por ser uma ótima benzedeira, e atendo as pessoas tanto pessoalmente quanto online. Sinto uma satisfação imensa em ajudar as pessoas a se sentirem melhor e evoluirem espiritualmente.
Já conheci muitos países, e às vezes ainda faço algumas viagens, mas tenho amado estar em família e cercada dos meus filhos e netos. 
Meu corpo saudável e ativo me permite andar pelas matas, nadar na natureza, cuidar da casa e das plantas.
Com a mente também ativa e serena, amo meditar, acender velas, fazer orações, cuidar do meu altar, ler e escrever livros. Ainda psicografo, e tem sido um processo lindo.

 


domingo, 28 de setembro de 2025

Chegou a hora de sonhar e realizar

 Acabei hoje, depois de mais ou menos 1 ano e meio, de ler o livro Comer, Rezar, Amar. Esse livro veio a mim como uma sugestão da minha terapeuta após o término do casamento. E suas palavras vieram me acompanhando em momentos muito específicos desse(s) processo(s) que tenho vivido. 

Eu havia deixado pra ler a última parte quando estivesse novamente apaixonada e com mais certeza, o que está acontecendo.

Is there such thing as "the one"?
I guess I'm the one, I'm the whole.

I wanna tell myself: I'll always love you, I'll always welcome you. 
Quero dizer pra mim mesma e ter a noção de que sou sempre bem vinda ao meu próprio coração. Que aqui no fundo há sempre espaço pra mim. E quero seguir cultivando esse espaço que é só meu, mas é também do Todo, da grande luz da qual sou parte e à qual retornarei um dia.

A mulher que sou agora está mais sóbria. Evitando grandes euforias e grandes depressões.

Sendo tão amada, e querendo estar em lugares onde posso me amar. 
Reconhecendo que minha luz é particular, que eu tenho meu magnetismo, que não preciso me apoiar em aparência física apenas. 

Já me sinto pronta para querer o que quero. Nesta semana, na terça (hoje é domingo), farei como me foi recomendado pelo Seu Sérgio, entidade da linha de malandros: banho com 7 paus de canela e passar o dia refletindo sobre o que eu quero. 

Isso é algo que minha intuição já vinha me pedindo para fazer. Agora que estou com a mente mais limpa, mais consciente das minhas autossabotagens e ganhos secundários, estou pronta para responder à pergunta: O QUE EU QUERO?

E imaginar com todas as forças que eu já tenho. Até criar. Até acessar essa realidade. Até que a Gabriela que já vive essa vida me puxe pra ela. E ela está vindo me buscar, sinto isso. Ela quer muito existir. Muito.

Eu quero muito viver uma vida estável financeiramente. 
Estar na natureza.
Dividir a vida com o D.
Ter o filhinho que eu sempre vejo.
Viajar. 
Ter e estar entre amigos.
Continuar trabalhando pra mim mesma.
Ganhar pelo menos uns 10 mil por mês. 
Me sentir com os pés no chão.

Vou meditar mais sobre os detalhes desses sonhos. Talvez, sim, construir um "vision board". 

E me lembrar, acima de tudo, de ser grata pelo que está me ocorrendo agora.
Não temer as grandes dores que podem vir a acontecer. 
Não remoer as grandes dores que aconteceram.
Ser grata pelo agora.
Ter sabedoria, respeitar o ritmo da natureza, o tempo de plantar, de cultivar, de colher.
Ser grata, sempre grata, pelo presente, pelo passado, pelo futuro.
Pela chama de vida que eu sou, pela alegria que tenho em meu peito, pelo meu sorriso aceso, pelas lágrimas que já derramei.

Gratidão, gratidão, gratidão!

quinta-feira, 5 de junho de 2025

Só não falta a falta

Quando é que passa esse hábito de contar os anos sem alguém?
Todo dia lembranças do dia de hoje há dois ou três anos. Há dois ou três anos eu estava lá. Há um ano eu estava por ali sozinha. E agora estou aqui recolhida. Quantas vidas se vive em uma vida?

Estou aqui para aprender, e tenho tido paciência. Deus sabe que tenho tido muita paciência. Que tenho buscado entender a dor física que agora sinto. Que, dizem, pode durar 3 meses, alguns anos ou uma vida. Existe mesmo uma dor que dure uma vida? Mesmo para quem busca se curar?

Eu entendo que meu corpo, minha mente, meu insconciente, meus guias, meu sistema imunológico, a estação do ano... estão me dizendo: se aquiete. E aqui eu me aquieto. No lugar que mais chamo de lar neste mundo. Aproveitando a sorte que é poder estar com meus pais e minha família. Eu gosto dessa vida. 

A aceitação vem de pensar e sentir que muito no fundo estou escolhendo essa dor porque preciso estar aqui sem estar sempre pensando em estar lá. E, com isso, me aprofundo em mim mesma. Nas águas calmas e profundas que repousam sob a correnteza... essas águas escuras que carregarei comigo onde quer que eu vá. 

E aqui vou percebendo o que poderia ser óbvio para falar, mas não para sentir: importa mais como estou do que onde estou. Estou em conssonância com minha mente, sentindo autossuficiência, independência e potencial para chegar onde quero profissionalmente. Uma sensação de que já aconteceu. De que o que vai acontecer já está acontecendo. Pela primeira vez na vida estou com os dois pés no chão, coração no centro e a mente tranquila.

Sinto vontade de perguntar: então por que parece que me falta algo? Porque falta. Porque a vida tem sempre angústia, e tem sempre falta. No momento, essas são faltas e angústias que aceito. Em verdade, penso menos nelas do que em tudo o que estou aprendendo e criando agora. A verdadeira riqueza deste momento está em querer o que tenho. E eu quero tudo tudo tudo tão imensamente: minha família, minha casa, meu quarto, minha gata, meus amigos, minha empresa, meu trabalho... quero tudo isso que está posto pra mim. 

Quero essa dor? Talvez, profundamente, sim. E quero também que ela passe, como todo o resto. 











terça-feira, 1 de abril de 2025

Insatisfeita sem queixa

 

É que quando você me deixa

Eu entendo a deixa

E, insatisfeita,

Me afasto sem queixa


    A vida de solteira tem sido um presente pra mim. Bem melhor do que eu teria imaginado há um ano. Tem sido uma delícia conhecer pessoas novas, estar aberta para o mundo e aprender com novas interações. Mas o que fazer quando essas interações passam do limite do casual? Apesar de pensar que preciso de paciência e deixar as coisas rolarem, eu também me encontro insatisfeita às vezes com o que é me dado pela pessoa pela qual estou apaixonada. Mas o quanto eu estou disposta a dar? 

    Não me vejo num relacionamento monogâmico agora. Quero viver muitas coisas ainda, e não quero me sentir presa ou culpada por querer viajar, por exemplo. Ele seria um ótimo companheiro de viagem, mas precisaria melhorar a situação financeira dele, e provavelmente a emocional também.

    Racionalmente já sei de tudo isso. Mas quando estamos juntos, eu fico sempre querendo mais. Mais dele e de como me sinto com ele nesse encontro que parece de outra vida. Então vou encontrando um equilíbrio com ele, a medida certa de comunicar os sentimentos de forma correta e sem cobrar obrigações que ele não me deve. Estar solteira tendo vários ficantes é como ser não monogâmica, de certa forma. E viver assim parece mais difícil porque não há regras. Mas há também a magia incrível de se criar o que cabe melhor, e parece mais ideal. 

    Será que as pessoas dos casamentos arranjados eram mais felizes? A estabilidade traz uma falsa sensação de calma, mas por baixo dela há um rio muito profundo com correntezas fortes que podem afogar os mais sensíveis. O silêncio e a harmonia eram na verdade frutos de obediência. Os homens continuavam tendo a liberdade que queriam, e as mulheres enterravam seus sentimentos em nome da insituição do casamento e da família. Como se coubesse a elas manter de pé uma casa cujas paredes os maridos se exaurem de quebrar com marretadas. 

Outro dia escrevi que vejo em mim a sensatez das mulheres que não se casam. Essa constatação me entristeceu. Na terapia, Lorena me disse que no jogo de sedução, especialmente com homens, é preciso fazer um joguinho mesmo, certo charme. Que faz parte. Tenho sido eu mesma e tem dado certo. Percebo que, mais do que fazer charme, me manter ocupada e com a cabeça em minhas próprias coisas é o que me salva, me alegra e me deixa mais interessante também pros outros. 

Também tenho tentado não comparar as pessoas. Se não estou com quem eu mais gosto de estar, então vou estar com quem estou sem comparar com ele. Porque cada pessoa tem sim suas qualidades e fatores que me atraem. 

sábado, 21 de setembro de 2024

Das angústias específicas de ser livre e independente

 Eu disse à Lorena, minha analista, que quero ser livre e independente. Ao que ela respondeu: você pode. Basta aprender a lidar com as angústias específicas dessas condições. Eu achei tão lindo! Eu posso, basta aprender a lidar com as angústias específicas dessas condições. Eu posso! E possível! Há poder.

Eis que surgem as queridas angústas específicas dessas condições. 

Há duas noites, sonhei que chorava muito. Ontem me lembrei disso, e percebi que há muito não chorava. Meditando hoje, percebi um bloqueio disfarçado de aceitação. Funciona assim: toda vez que eu penso em como às vezes é frustrante ter me separado. uma parte de mim observa isso e diz: sim, mas aconteceu e vamos aceitar.

Hoje eu decidi me sentir frustrada e só. Ontem passei o dia sozinha, deitada, muito cansada. Uma mistura de lua cheia, TPM, alimentação vegana, um date que foi bonzinho e me revelou carências...

Hoje, meditando, em estado de presença, vi as plantas se moverem com a brisa leve que bate. Cada uma à sua maneira, demonstrando tanta vida. Alguns raios de sol iluminam partes específicas de cada uma. As folhas de bambu parece que vibram de alegria. Tão pequenas, numerosas e dançantes...

Um beija flor, uma borboleta azul que aparece às vezes, e parece uma animação, de tão linda. Após entender que as borboletas estavam querendo me ensinar sobre metamorfose, percebi hoje que tenho reparado nas flores desabrochando. Não é lindo? Estou aprendendo a desabrochar. Solitária e bela como essa flor que tenho reparado diariamente desabrochar em camadas. Hoje ela amnheceu molhada pela chuva. Feliz, brilhando e com algumas pétalas amassadas. 

Eu li que as flores são a iluminação da planta: um portal de conexão com o mundo espiritual que acessamos através da apreciação da beleza. Assim também são os pássaros em relação aos animais, e os cristais, em relação aos minerais.

Pois está aí: apreciar a beleza parece ser chave para muitas coisas: estado de presença, iluminação espiritual, gratidão, aceitação da realidade... e quanto mais penso sobre essas quatro coisas, mais parece que são uma só. 

Então hoje deixei fluir e me senti tão substancialmente só. Como a flor, como a borboleta, como um beijar flor. Eu senti profundamente a obviedade que é: nascemos e morremos só. E aí mais uma vez senti falta da minha família e amigos. De sentir esse amor fácil. Mas esta é uma jornada que escolhi, e estou muito feliz que eu tenha decidido prolongar esta viagem. É empolgante pensar em tudo o que ainda vou viver. Como sempre digo, eu amo ter possibilidades: liberdade. 

Também estou apreciando a beleza da frustração. Um paradoxo: aceitando que ainda não aceito completamente que todas as expectativas que criei sobre minha vida amorosa foram duramente frustradas. De certa forma, provoquei isso. Aliás... de todas as formas. Eu negligenciei a realidade e o cuidado comigo mesma em prol de uma ideia que foi se tornando cada vez mais vazia, sobrando apenas o contorno, o nome: casamento. 

Não havia mais espaço para o amor. Um dia quando ri muito com João Lucas, João Vitor e outros amigos, eu disse: há tempos eu não ria assim. O Eduardo Vinícius observou; nossa, que triste. E ele estava certo. Aqui, agora, mesmo dentre algumas lágrimas... acho chocante que eu tenha ficado mais de algumas horas sem rir ou sorrir. Porque essas são ações que julgo tão naturais em mim. Sempre mentalizo em meu peito uma chama de alegria. Ela brilha forte.

Conheci uma mulher espírita de uns 40 anos aqui, a Andréia. Muito bonita e também lidando com algumas questões pessoais. Ela disse que se inspirou por mim, que tenho um brilho muito forte, muita energia. E é por isso que às vezes sofro, me agito, sinto ansiedade. Porque essa energia fica mal canalizada. E que se eu conseguir usar essa energia para ajudar os outros (ela diz que tenho uma mediunidade grande e aflorada), vou me sentir mais serena. Eu vi bastante verdade nessas palavras. E vou procurar alguma casa espírita quando for a hora.

Escrever, pra mim, é uma forma tão gentil e honesta de canalizar e organizar pensamentos... sinto muita gratidão por essa habilidade, por essa possibilidade. Em certo momento deste texto, pensei que entendo que o Tom tenha "pulado" pra outro relacionamento tão rapidamente. Não é fácil lidar com a solidão, especialmente quando se é uma pessoa que luta tão ferozmente contra a realidade do que se é. Eu sinto compaixão. Sinto falta dele, da parte essencial dele a que tive acesso. Da companhia, da amizade. Não vejo tanto sentido mais em falar isso pra ele ou em procurar a amizade dele. É isso: no momento, tudo o que posso aceitar é que ainda não aceito completamente essa separação. Não no meu coração. Mas racionalmente eu entendo que nada poderia ter sido diferente. 

Duas vezes eu tive sonhos em que Tom e eu nos encontravávamos e tínhamos conversas muito específicas e interessantes. Nessas duas vezes, estávamos andando na rua de noite. Uma delas em Uberlândia. A outra não me lembro. Eu acredito que realmente nos encontramos no astral. Outros sonhos foram revelações do meu inconsciente. Consigo perceber a diferença. 

Agora vou medindo e criando um equilíbrio entre distrações e contato comigo mesma. E tomando muito cuidado para não confundir distração com amor nessas relações e situações passageiras. Aprender a deixar ir: let it go, let it be!

Morro de São Paulo, 21 de setembro de 2024. 

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024

 Conversar com minha criança e dizer que pare de fantasiar, não precisa ter medo do abandono.


Ok, você está ansiosa agora, mas vai passar. Aceite a ansiedade, continue suas tarefas devagar, faça algo com foco no corpo.

Deixe as coisas livres. Você está segura. Abandone o medo do abandono.

Aqui e agora você não tem nenhum problema real.

Esteja aqui agora.

Respire.

Segure seu rosto com uma mão.

Respire. 3/6  10x

Boceje.

Respire. 3/6 10x

Feche os olhos.

Respire mais fundo. solte todo o ar.

Sorria

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024